Filme: O Doador de Memórias

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Esse é um dos filmes que me fizerem refletir sobre o rumo que a humanidade está tomando. É pra mim uma versão mais romântica de Equilibrium, e eu adorei.

VAMOS AOS FATOS!

Ele se passa um futuro não muito distante, onde uma pequena parcela de humanidade – só o que sobrou dela – mora numa cidade futurista e perfeita arquitetonicamente. Os seus habitantes são assistidos e estudados desde o nascimento, para serem designados ao seu trabalho quando chegarem à vida adulta.

Há uma relação de enorme respeito entre todos, porém restrições muito rígidas. Isso tudo se deve à lei definida para que a humanidade vivesse e paz, sem diferenças. Mas como?

Todos foram privados de receberem qualquer influência exterior à cúpula onde se encontra a cidade, como: música, dança, cores, etnias e coisas más como a morte, a guerra e maus tratos, por serem obrigados a tomar diariamente uma droga que inibe as emoções e as memórias de quaisquer momentos anteriores. Claro que tudo isso não se perdeu por ninguém utilizar. A cada ciclo de vida, um morador da cidade é definido para ser o recebedor de memórias, que vai ouvir tudo o que o recebedor de memórias anterior (agora doador de memórias) tem para contar.

O doador de memórias é alguém muito sábio, por deter os conhecimentos sobre a humanidade.

É claro que o plano de mundo perfeito começa a presentar falhas, e o jovem Jonas, o novo recebedor de memórias, ao perceber tudo que o mundo real tinha a oferecer, decide se rebelar e acordar os outros habitantes.

Psicose!

O ano era 1960 e um filme que ficaria para a história estava sendo lançado. Mas hoje vou falar do livro, Psicose (Psycho), um suspense muito bem construído e que me prendeu numa leitura frenética. Relativamente curto, ele conta a história de Norman Bates, encarregado de manter tudo nos conformes dentro do sombrio Motel Bates, uma pousada afastada da cidade colocada estrategicamente para pegar viajantes desapercebidos que não prestam atenção nas placas de desvio.

Resumindo – e quando digo isso vou resumir mesmo,por que qualquer informação é de extrema importância no livro e não quero estragar as mini surpresas -, uma jovem decide passar a mão no dinheiro de um dos clientes do lugar onde trabalhava: Mary, ingênua, dirige o mais rápido para fora da cidade, com um pacotão de dólares na bolsa, rumo à casa do namorado.

Infelizmente ela pega uma chuva fortíssima, e acaba pegando uma entrada errada na estrada, o que a leva no velho Motel Bates. Raramente habitado desde que o novo desvio encurtara o caminho entre a interestadual e a cidade. Lá ela conhece Norman, um rapaz bondoso que a acolhe calorosamente até demais.

Ela se sente desconfortável e planeja partir logo de manhã, mas um destino terrível estava reservado à moça. Uma sensação de posse e ciúmes da nova inquilina leva a mórbida mãe de Norman Bates, a cometer um assassinato inexplicável movido inteiramente pelo ódio e sem uso nenhum da razão.

Logo todos notam o desaparecimento de Mary, e as brigadas de procura se iniciam até que todos os indícios levam ao motel e à família Bates. Mal sabem todos os envolvidos que os segredos guardados naqueles quartos de hotel, nunca sairão de lá.

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Escrito por Robert Bloch e com uma adaptação sensacional para os cinemas, feita por Hitchcock, Psicose é um clássico de suspense que não pode faltar na sua prateleira.

Você tem um livro de terror/Suspense favorito ou já leu Psicose? Conta aí! Grande abraço!

Elementaríssimo!

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Elementaríssimo – ou Elementary – é um seriado distribuído pela CBS que apresenta ninguém mais, ninguém menos que nosso querido Sherlock Holmes. Esse seriado já tem um bom tempo de vida, mas decidi falar dele mesmo assim, porque foi dos que guardei no coração.

Muitos fãs não acharam legal a ideia que ele trouxe por motivos óbvios: um, Watson é uma mulher, ex-cirurgiã que trabalha atualmente como companheiro-sóbrio para uma agência de recuperação de viciados em drogas. Dois, Sherlock não mora no 221b – Baker Street, e sim num triplex no subúrbio de Nova York. Três, Gregson se materializa no “novo Lestrade” e é ele o chefe de polícia de NY, excluindo aqui as características do “Gregson que não gostava do Sherlock”. Não vou comentar quanto aos motivos quatro e cinco, que tratam de Moriarty e Irene, por que é uma incrível surpresa.

Bem, as características que apresentei e que pareceram desanimar os fâs de Sherlock não me afetaram. Achei demais, eu adoro quando as coisas saem do padrão, adoro todas as versões de Batman e todas as versões de Homem Araha, e adoro o seriado Sherlock da BBC igualmente.

Abra sua mente e dê uma chance ao elementaríssimo, onde apresentam um Sherlock muito humano, com emoções e problemas internos que levam o seriado a um nível quase filosófico: a partir de que ponto a inteligência começa a interferir negativamente na nossa vida social ? O quão solitária uma pessoa pode se tornar vivendo no mundo de mentes inferiores?

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Estrelando uma equipe nota dez!

  • Sherlock Holmes – Jonny Lee Miller (Hackers, Trainspotting, Frankenstein)
  • Lucy Liu – Joane Whatson (O Troco, As Panteras)
  • Aidan Quinn – Thomas Gregson (O Primeiro amor, Desconhecido, Jonah Rex)

Algumas notas:

Diferente de Sherlock (BBC) que tem um tom azul, e de Sherlock Holmes (Robert Downey Jr) que tem um tom esverdeado nas filmagens, a luz de Elementaríssimo é marrom. Ele se passa no século 21 e há muito uso de tecnologia, assim como contatos na internet, alem da extrema capacidade de arrombar portas que Sherlock demonstra. As roupas de Sherlock e Watson são nota 10, vai ter estilo assim lá longe!

O que aprendi com Friends, How I met your Mother e Skins

Se você tem amigos, qualquer problema, o pior que seja, pode ser superado de forma mais fácil: Não é de hoje que todos nós sabemos que amizades fazem bem. Eu, mesmo não tendo cultivado laços tão fortes quanto os dos personagens, compreendi perfeitamente o significado da palavra “amor” num grupo de amigos. O apoio vem de todos os lados, de várias formas diferentes, e sempre algum deles vai conseguir te fazer encontrar um raio de Sol no meio da tempestade, te fazer rir, ou esquecer um problema de casa que pode estar te atrapalhando.friends2-horz

Namorados de um mesmo grupo de amigos devem tomar cuidado, pois esse tipo de relacionamento é muito frágil: Não há nada melhor que ter um amigo que namora e não ser excluído por ele porque o casal faz parte do grupo. (se você for excluído, possivelmente a) seu amigo (a) está muito apaixonado (a) mas o relacionamento vai acabar logo, ou b) ele (a) te trocou por outro grupo de amigos – experiência própria. Dói? Dói, mas disso eu falo no from the notepad). a turma aumenta, mas os problemas também, uma vez que podem surgir atrações entre os outros do grupo, e talvez acontecer uma traição ou uma briga que resulte no rompimento seja do grupo ou do casal. Claro, se tudo for bem cuidado, os riscos diminuem.Robin-Barney-Ted-how-i-met-your-mother-33927279-500-403

Seus amigos de verdade não estão dando a mínima pra sua sexualidade. Essa não preciso explicar. Só seja sincero com eles, e todos te respeitarão com o mesmo amor mútuo e agradável de sempre.skins,anwar,maxxie,sid-3c5e42de3b55b3d07acc8cc768be9497_h

E você, teve alguma “lição de vida” aprendida com algum filme, série ou música? Comenta aqui! Abração pequizeiros!!! ;D

Wellcome to my life!

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Oie, vim compartilhar um “desenho” meu 🙂
Eu estava ouvindo essa música e pensando em como ela me faz voltar no tempo, uma época entre 2009 e 2012 em que as coisas deram muito certo pra mim. decidi fazer uma homenagem à ela e aí está! Até logo e grande abraço.

Eu, Conan

Nunca fui muito de ler quadrinhos por causa das histórias que eles traziam. Também, nunca fui fanático demais, ou coisa do tipo. Mas, desde pequeno, eu comecei a me interessar por gibis e mangás por um motivo totalmente nada a ver: olhar os desenhos. Cara, é uma coisa meio que inexplicável o que eu sinto quando vejo um desenho numa HQ, ali, impresso, prontinho pra eu folhear e não ler o que tá escrito. Cada um com suas doideiras né?

Eu não li todas as histórias do Conan, eu não vi o filme antigo do Conan (já tentei), e eu só tinha UM gibi do Conan que foi GANHADO numa escola que eu NÃO GOSTAVA quando eu ODIAVA ler. Incrível como eu não taquei fogo no livreto. Mas eu li. Li e adorei. Convenhamos, quando se tem 10, 11 anos, as revistinhas do pato Donald não são tão divertidas assim, eu queria um pouco de sangue nas folhas do gibi pra eu olhar. Acho que aquela revista do Conan foi a primeira que li pra valer.

Pausa pra foto:

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Bem, esse não é o meu, até porque eu pichei um pouco, mas aí está o dito cujo.

Os desenhos eram incríveis, e eu aprendi com ele que, se você for salvar alguém, tem que ser os velhos, mulheres e crianças. Aprendi sobre traição, e respeito. Mas na maior parte era só matança mesmo (kkk)

O fato é que, foi uma das poucas coisas marcantes da minha infância. Vou colocar aqui alguns desenhos agora pra você ver somo é genial!

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Em busca do meu eu, do seu eu, do eu de todos nós…

from the notepad

Eu estava rondando a internet hoje e acabei sendo bombardeado com notícias muito ruins. Pelo que percebi, está acontecendo uma guerra, de verdade, com bombas, jatos e AK’s-47. No Facebook, rios de discursos de esquerdistas, direitistas, defendendo opiniões, xingando e criticando o português do próximo quando acabam os argumentos. Pra todos os lados em que se vai, o assunto é política, que desce pra religião, que volta pra política.

Pessoal de dezesseis, dezessete anos, falando como se fossem um Karl Marx da vida, discursando como um Hitler, mas que agem na escola como um bando de pré-adolescentes viciados em sexo, video-games e batatas fritas, repetindo de ano e indo mal em Filosofia, Geografia e História.

Isso tudo me dá repulsa, me dá uma sensação ruim, sensação de insegurança. Ou, talvez, eu que já estou crescido e é esse tipo de coisa que devo esperar da minha vida adulta. Política, guerra…

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